Mostrar mensagens com a etiqueta Desabafos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desabafos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 7 de março de 2013

Uma dor que não tem fim


É certo que é uma dor mais suave, mas ainda assim está cá e todos os dias se faz sentir. É uma dor que aperta o coração, que me faz sentir sozinha, que me faz questionar as minhas atitudes. É uma dor que vive em mim desde o dia em que alguém se foi embora, desde o dia em que percebi que se calhar não vale a pena amar de forma incondicional, vamos sempre sair magoados.
É uma dor escondida porque todos os dias saio de casa com um sorriso no rosto, é uma dor escondida porque digo a toda a gente que esta é uma dor do passado e que já não sinto, é uma dor escondida porque toda a gente pensa que sou feliz. 
É uma dor só minha e que ninguém sabe que ela ainda existe.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Bom dia + Desabafo


Parece-me que está um ótimo dia para ficar a estudar na cama com chuva, vento e frio lá fora.

Este tempo é muito mau para os desfiles de Carnaval e para quem gosta de assistir, mas no meu caso, em que o Carnaval simplesmente me passa ao lado é totalmente indiferente se faz chuva ou sol. Mas é claro que fico com pena de quem gosta e vê o seu dia estragado e o dinheiro investido nos carros alegóricos fica todo ali, guardado da chuva. Mas há coisas que não se controlam e o tempo é uma delas.

Mas já que se fala em Carnaval gostava de dar uma opinião pessoal/profissional.
Eu sou totalmente contra esses infantários que fazem as roupas para as crianças, totalmente contra. E se repararmos nos desfiles de escolas que passam no telejornal é o que mais se vê, alguns ainda se nota que têm lá as mãozinhas das crianças, mas não é suficiente minha gente. Os educadores não têm que fazer o trabalho para os pais verem, têm que trabalhar segundo os interesses das crianças, ser responsável pelo seu desenvolvimento, pela sua autonomia, isso sim. E não é a fazer fatos de legos ou de alfaces que contribuem para que isso aconteça. Que mania!
E a prova disso foi num desfile qualquer em que uma criança ia mascarada de lego e a jornalista lhe pergunta quem fez o fato, resposta "a educadora", a jornalista insiste e pergunta "Mas tu ajudaste, certo?", resposta "Não" e lá foi o miúdo passear vestido de lego.
Mas qual é o interesse disto? É claro que um fato feito pelos adultos fica com outra perfeição, concordo, mas o que é que a criança aprende com isso? É isso que importa e não chegar ao dia e enfiar um lego pela cabeça da criança e bora lá festejar que é carnaval e vai estar muita gente a assistir.

E depois há ainda outra coisa, não é o Carnaval uma época mágica, de transformação, de sermos outras pessoas/objetos por um dia? Eu quando era criança gostava de ser princesa, rainha, médica... nunca quis ser uma alface ou uma banana. Eu acredito que as crianças vão todas contentes, mas isso é porque o tema já tem vindo a ser falado ao longo do tempo. Mas tenho a certeza que iriam mais felizes mascarados como quisessem, isso sim era significativo, e mais significativo seria se eles contribuíssem  de forma clara, para a construção do seu fato.

Ainda por cima estamos numa altura de crise horrível e não sei se reparam mas nos dias de carnaval as crianças não andam com os fatos do infantário e porquê? Porque é tudo muito bonito, mas no dia de carnaval os pais não vestem a alface ao filho porque ele quer ser um rei ele vai ficar muito mais feliz se for um rei.
Então porque é que o infantário não fez logo um rei e evitou que os pais comprassem aquele fato? Em vez de fazer a alface, faziam um rei. E se realmente querem trabalhar a alimentação saudável então a partir de cada personagem escolhida pelas crianças constrói uma história, por exemplo. Inventem, não façam o óbvio.

Desculpem este desabafo, certamente que muitos não vão concordar, mas eu prezo os interesses das crianças e é a partir desses interesses que devemos tentar alcançar os nossos objetivos pedagógicos. Para mim, a principal função do jardim-de-infância é fazer a criança feliz, à sua maneira e não à nossa.

Divirtam-se!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Falta um mês ainda

Só em pensar que falta um mês para o dia dos namorados já sinto uma dor na barriga. Andar um mês a ver publicidade na tv, ver todas as lojas com montras alusivas à data cheias de corações, ouvir as minhas colegas a falar do que vão fazer nesse dia e no que vão dar ao namorado... a sério que não suporto este dia e o pior é que tenho que esperar um mês e aguentar até lá para que tudo passe.
Há coisas que custam a passar, vá-se lá perceber porquê....





terça-feira, 9 de outubro de 2012

Continuo de cabeça perdida


Como é que é possível já ter passado quase um ano e ainda não ter conseguido tirar-te da minha cabeça e, pior, tirar-te do meu coração?!
Se soubesses como ainda me fazes sofrer, como me fazes mal mesmo estando em silêncio...
Vai ser sempre assim? Vou ficar presa a ti todas as noites? Vou segurar as lágrimas todas as noites? Cheguei a pensar que isto estava a passar, mas bastou uma conversa para perceber que não, bastou uma conversa para tudo voltar a desabar e para voltar a ter as noites de pesadelo contigo e para adormecer a pensar em ti.
Tento não chorar por ti, se calhar fazia bem soltar alguma da revolta que trago em mim, mas não gosto de chorar. E acho que as minhas lágrimas, tal como os sorrisos, não são para toda a gente. São para quem me faz bem, para quem me faz feliz e me respeita sempre, independentemente da distância ou do tipo de relação.
Eu quero erguer a cabeça, não fisicamente, mas psicologicamente. Saio à rua com um sorriso na cara, sempre. Só quem me conhece e quem eu deixo que me conheça é que sabe que nem sempre o sorriso está a ser verdadeiro e que por trás está uma menina que ainda se sente perdida e magoada.
Acredito que vai passar, mas também já acreditei mais. O tempo passa e começa a ser assustador sentir que a dor permanece.

Completamente perdida ainda!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Coração apertadinho

Eu sei que prometi que ia erguer a cabeça, mas nem sempre é fácil e há dias em que me sinto mais frágil e sem força para acreditar em mim. 

Estou cansada e com sono mas não posso ir para a cama. No momento em que me deitar vou começar a chorar. Estou a tentar ser forte, estou a tentar aguentar, estou a fazer mil coisas só para desviar o meu pensamento do coração mas quando me deitar não vou conseguir pensar noutra coisa e isso assusta-me. Tenho medo de me deitar, vou começar a chorar e não quero, não quero chorar mais, não é justo :(
Sinto-me tão sozinha!

Edit: Vou ver mentes criminosas, cansada como estou ainda consigo adormecer a ver televisão antes de deixar cair as lágrimas.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Desabafo


O amor não devia ser um sentimento partilhado por duas pessoas? Não é suposto sermos felizes quando amamos? Se sim, então como é possível existir um amor não correspondido que nos destrói o coração a cada dia que passa?
Eu começo a enlouquecer, começo a não conseguir pensar em condições, começo a perceber que já devia ter tomado certas atitudes para não sofrer tanto, mas... não adianta. No que diz respeito ao amor perco a noção da realidade e depois fico assim, na merda.
Sou uma parva incurável que um dia decidiu amar demais e abdicar de coisas importantes só porque achava que devia ser assim, que a outra pessoa merecia... Pois, abdiquei e fiquei sem nada. É bem feito, claro. 
Ontem pensava que o dia de hoje seria horrível, cheio de lágrimas e muita tristeza, o que não está a acontecer. O dia de hoje está a ser muito frustrante, sinto uma revolta enorme, sinto-me irrequieta, nervosa, com vontade de explodir, com excesso de energia... ainda não consegui pensar nas coisas, por isso, é mais raiva quer dor e, sinceramente, não sei o que é melhor.
Não devia ser permitido sofrer por amor, não devia.

Que bela maneira de começar uma semana, parece-me que vai ser uma semana agitada para estes lados :(

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Noite para esquecer

Odeio quando começo a pensar no meu ex-namorado... odeio, odeio, odeio.
Odeio lembrar-me que ainda sou doida por ele.
Odeio lembrar-me que ele não quer nada comigo.
Odeio pensar que um dia posso cruzar-me com ele na rua.
Odeio que já não seja um amor correspondido.
Odeio que ele tenha terminado uma relação de 3 anos comigo sem explicação.
Odeio que ele ainda seja tão importante para mim.
Odeio a minha mania de todos os dias lhe mandar uma mensagem de "Bom dia" assim que acordo.
Odeio não conseguir ser feliz sem ele.
Odeio não saber amar outra pessoa.

Odeio as noites em que tudo isto não sai da minha cabeça e sufoca o meu coração.
Odeio ser assim tão parva!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A razão da minha ausência

Hoje, 3 de setembro, festejaria o 4º aniversário de namoro, se namorasse com ele, o que não é o caso. Não sei onde tenho ido buscar força para sorrir todos os dias, para falar todos os dias com ele, desejar-lhe bom dia e boa noite sempre e hoje não foi diferente. 
Tenho pensado muito na minha vida e isso faz com que não queira passar por cá para escrever ou ler, acho que estou a precisar de voltar a estudar o mais rapidamente possível, sentir-me pressionada pelos trabalhos e obrigada a ter a cabeça noutro lugar que não no coração. Preciso de o esquecer, seguir em frente e saber ser feliz sem ele, mas hoje isso não é possível e deixar de pensar nele é tarefa complicada.
E vim para aqui escrever estas coisas soltas, espero que esta frustração de hoje, em especial, passe rapidamente, porque eu gosto de sorrir, mesmo que tenha alguma tristeza escondida em cada sorriso.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ui... acontece tantas vezes comigo


Há gente que não merece qualquer tipo de resposta e então quando sei que não vai perceber nem tentar perceber aquilo que vou dizer... estou calada. Odeio quando tenho a certeza que tenho razão em algum assunto e a pessoa nem quer tentar ver isso, ou então temos apenas opiniões diferentes e a minha não é respeitada. 
Odeio isso, é uma falta de respeito que me deixa com os cabelos em pé.
E depois existem aqueles assuntos que de tão parvos que são deixam-me sem qualquer reação, sem argumentos... limito-me a ouvir.

Eu adoro uma boa conversa, onde se discutem ideias, partilham conhecimentos e experiências e se respeitam opiniões e é por isso que eu adoro estar com a minha família e com os meus amigos.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

...

Conversar contigo sobre o passado é terrível, dói muito voltar a relembrar tudo o que aconteceu, a forma como terminou e voltar a pensar quais terão sido os motivos que levaram ao fim que eu nunca soube...
Conversar contigo sobre um "nós" que já não existe deixa-me nervosa, irrequieta, ansiosa, revoltada, triste e com medo do futuro. Foi assim que adormeci na última noite e foi assim que acordei depois de uma noite de pesadelos em que tu eras o protagonista.
O dia de hoje ficou marcado pelas lágrimas da noite de ontem que não consegui esquecer, pelas palavras trocadas e pelas lembranças que voltaram a invadir o meu pensamento, o sorriso desapareceu... mais uma vez.
Queria tanto não te amar, sinto-me uma parva por ainda sentir isto por ti, mas não tenho culpa. 
Só não queria sofrer. Só queria sentir-me feliz sem ti. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Um desabafo apenas

Acabamos em meados de Outubro/Novembro e mesmo assim continuo a desejar-lhe um "bom dia", todos os dias, sem nunca falhar. Mesmo quando não me diz nada, como hoje, por exemplo, termino o dia a desejar-lhe "boa noite".
Eu estou a esquecê-lo, mas não consigo abandonar estes gestos que me partem o coração quando não são correspondidos ou são ignorados. Nem sei o que sinto já, mas ainda estou presa ao passado. Sinto-me tão confusa e as minhas atitudes em nada ajudam. 
Isto só acontece porque sei o que é amar alguém e ser obrigada a deixar de amar sem perceber o motivo.

(E depois destes meses todos ainda há lágrimas que querem cair por ele, mas eu não deixo, não quero chorar mais)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Passado, presente e futuro

Vi isto em vários blogues e decidi fazer também, nunca estarão completas as duas listas, mas espero que a segunda seja modificada várias vezes, passando para a lista de cima, esse é o objetivo.

O que já fiz/tenho:
  1. Já sou licenciada
  2. Tenho carta de condução
  3. Tenho carro
  4. Tenho 2 segredos publicados no shiuuuu
  5. Já fiz voluntariado
  6. Já tentei o suicídio
  7. Já precisei de um psicólogo
  8. Já fui a um psiquiatra
  9. Já fui a Madrid e Barcelona
  10. Sou dadora de sangue
  11. Tenho 2 cães e 6 cães
  12. Já conheci pessoas através da internet
  13. Nunca trai o meu (ex) namorado
  14. Já traí a confiança da minha melhor amiga e voltei a recuperá-la

O que quero fazer/ter:
  1. Voltar a Barcelona
  2. Mudar a vida a alguém para sempre
  3. Visitar Paris
  4. Conhecer África
  5. Morar sozinha (não para sempre)
  6. Ter um coelho de estimação
  7. Amar alguém como amo o meu (ex) namorado
  8. Voltar a ser amada
  9. Ter colocação todos os anos
  10. Colocar em livro textos que escrevi quando estava com depressão
  11. Ir à Santa Rita a pé
  12. Ir com os meus pais e irmão ao oceanário
  13. Fazer o mestrado e uma pós-graduação e mais tarde um doutoramento
  14. Pagar o curso superior ao meu irmão
  15. Ter no mínimo 2 filhos (novo)
  16. Conhecer Portugal (desde as pequenas aldeias às grandes cidades) (novo)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Amizade - Aquilos que pouco sabem dar valor


O que fazer quando descobrimos que uma pessoa que diz ser nossa amiga e afirma que gosta muito de nós anda a falar mal e a criticar as nossas atitudes a uma amiga em comum?

Fica-se sem palavras e sem saber reagir!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Sinto-me neste mundo como um peixe fora de água.
Fora do meu contexto, fora da minha zona de conforto, fora do local em que deveria ser feliz.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Se a inveja mata-se, eu já estava morta e enterrada. Mas como não mata nem me faz doer, sou uma pessoa muito feliz que não está preocupada com a dor de cotovelo dos outros. Tenho dito!